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• Artigos - [08h53 29/02/2008]

A poesia que não escolhe lugar
por Castelo Hanssen



No último sábado, dia 23, estive com minha amiga Guilhermina no sarau que a poetisa Renata Pacolla promove mensalmente no sebo Praia dos Livros, na rua Bernardino de Campos, bairro do Paraíso, em São Paulo. Só por isso não pude estar no sarau que Bosco Maciel promove também mensalmente na Casa dos Cordéis, aqui em Gopoúva.

O bom disso é saber que a poesia, ao contrário do que querem os senhores da grande imprensa e das grandes editoras, ainda existem e resistem. Proliferam saraus literários em Guarulhos e São Paulo e em toda a região metropolitana e pelo interior afora.

São poetas anônimos, muitos, porém, de inestimável qualidade, a serem descobertos pelos meios de comunicação.

Como já disse, os saraus e os Pontos de Cultura proliferam em Guarulhos. Já destaquei, há muito tempo, a figura de Bosco Maciel e do seu trabalho frente à Casa dos Cordéis, o velho casarão que ele transformou, com seu próprio esforço e pagando aluguel do próprio bolso, num grande espaço cultural, que dará ênfase à rica e bela cultura popular nordestina.

Nesse sábado, dia 1º de março, Bosco realizará um dos seus grandes sonhos: a primeira feira de literatura de cordel. Haverá palestras ministradas por João Gomes de Sá, poeta e funcionário da Secretaria de Esportes de Guarulhos e pelo professor Marco Aurélio, também poeta, pesquisador de cultura popular e membro das editoras Luseiro e Nova Alexandria.

Haverá exposição de folhetos de cordel e, se possível, alguma cantoria e declamação de poesia. O próprio Bosco, no seu livro “Romanceiro”, mostra diversas nuances de sua alma de poeta paraibano e de contador de causos.

A literatura de cordel tem esse nome porque os poetas nordestinos fazem seus livros toscamente em xilogravura e os vendem pendurados em barbantes. A vertente mais rica dessa literatura veio através dos cantadores de repente.

Portanto, compareçamos todos à Casa dos Cordéis. Fica na avenida Torres Tibagy, 90 (anel viário), travessa da avenida Emílio Ribas, próximo ao Saae, em Gopoúva. O evento começa às 9 horas da manhã.

No último sábado, dia 23, estive com minha amiga Guilhermina no sarau que a poetisa Renata Pacolla promove mensalmente no sebo Praia dos Livros, na rua Bernardino de Campos, bairro do Paraíso, em São Paulo. Só por isso não pude estar no sarau que Bosco Maciel promove também mensalmente na Casa dos Cordéis, aqui em Gopoúva.

O bom disso é saber que a poesia, ao contrário do que querem os senhores da grande imprensa e das grandes editoras, ainda existem e resistem. Proliferam saraus literários em Guarulhos e São Paulo e em toda a região metropolitana e pelo interior afora.

São poetas anônimos, muitos, porém, de inestimável qualidade, a serem descobertos pelos meios de comunicação.

Como já disse, os saraus e os Pontos de Cultura proliferam em Guarulhos. Já destaquei, há muito tempo, a figura de Bosco Maciel e do seu trabalho frente à Casa dos Cordéis, o velho casarão que ele transformou, com seu próprio esforço e pagando aluguel do próprio bolso, num grande espaço cultural, que dará ênfase à rica e bela cultura popular nordestina.

Nesse sábado, dia 1º de março, Bosco realizará um dos seus grandes sonhos: a primeira feira de literatura de cordel. Haverá palestras ministradas por João Gomes de Sá, poeta e funcionário da Secretaria de Esportes de Guarulhos e pelo professor Marco Aurélio, também poeta, pesquisador de cultura popular e membro das editoras Luseiro e Nova Alexandria.

Haverá exposição de folhetos de cordel e, se possível, alguma cantoria e declamação de poesia. O próprio Bosco, no seu livro “Romanceiro”, mostra diversas nuances de sua alma de poeta paraibano e de contador de causos.

A literatura de cordel tem esse nome porque os poetas nordestinos fazem seus livros toscamente em xilogravura e os vendem pendurados em barbantes. A vertente mais rica dessa literatura veio através dos cantadores de repente.

Portanto, compareçamos todos à Casa dos Cordéis. Fica na avenida Torres Tibagy, 90 (anel viário), travessa da avenida Emílio Ribas, próximo ao Saae, em Gopoúva. O evento começa às 9 horas da manhã.

Castelo Hanssen escreve às sextas-feiras
hanssen@diariodeguarulhos.com.br



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