A Prefeitura enviou uma “tropa de choque” para a reunião do Conselho Municipal de Educação. Além de funcionários da Secretaria da Educação, que fazem parte do CME, algumas mães foram escolhidas a dedo, para defender o Educriança. É óbvio que, independente de as mulheres terem sido ou não instrumentalizadas, elas são o elo mais fraco e têm o direito legítimo de defender o programa. Kelly Teixeira da Silva, 29 anos, roubou a cena ao se expressar repetidamente favoravelmente à manutenção do Educriança. Sobre as críticas de que não há proposta pedagógica que se sustente sendo aplicada apenas uma vez por semana, Kelly rebateu dizendo que tem aprendido muito. Bem articulada, fez a leitura de um manifesto. Mas foi alertada por Ozani Martiniano, do CME, que só a Prefeitura pode responder como as crianças serão absorvidas. “Nós não temos poder governamental. Temos apenas poder de expressão e sempre dissemos a mesma coisa: creche é prioridade.
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