Economia - [10h51 17/07/2008]
Polícia ameaça o vôo de Eike
por Redação
investigações assustam investidores externos
A mineradora anglo-sul-africana Anglo American condicionou a conclusão da aquisição de 51% da MMX Minas-Rio e de 70% da MMX Amapá aos desdobramentos da investigação sobre supostas irregularidades na licitação de uma ferrovia no Amapá, vencida pelo empresário brasileiro Eike Batista.
A Anglo American, que ainda pagaria US$ 5,5 bilhões ao grupo de Eike, disse em resposta à indagação sobre se poderia desistir do negócio que “vai tomar suas decisões sobre as condições pendentes e seus respectivos direitos e obrigações previstos nos contratos à medida que as informações sobre a investigação fiquem disponíveis”.
Em janeiro deste ano, a Anglo American assinou um acordo de compra dos ativos da MMX, mas até agora não concluiu o negócio. Ele estava prestes a ser fechado, quando, na semana passada, a PF deflagrou a Operação Toque de Midas.
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão na casa e escritórios de de Eike Batista.
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