O diretor mantenedor da Unifig, Adolfo Noronha, disse que a regularização dos pagamentos dos funcionários e professores da faculdade foi prejudicada porque os alunos estariam “prolongando ao máximo” o prazo para efetuar as matrículas. Segundo ele, a inadimplência na escola chegaria a 52%.
A escola vem enfrentando paralisações parciais de professores e funcionários desde o ano passado.
A demora nas matrículas teria sido a principal causa de a folha de pagamento ter sido reduzida. Como os alunos ainda não fizeram o pagamento (e eles estão no prazo legal), teria sido necessário fazer um empréstimo bancário de R$ 800 mil. Uma falha de comunicação entre os sitemas do banco e da escola, entretanto, teria agravado o problema.
Noronha explicou que o centro universitário precisava enviar as informações de todos os alunos que pagam mensalidade integralmente e os descontos concedidos para obter a liberação do recurso.
Ele não se comprometeu com um prazo final para a regularização da situação.