Bastante abaladas, as vítimas contaram os momentos de medo que viveram. Valéria Passoni, dona da casa, afirmou que o assaltante chegou a pegar o bebê no colo, mas não foi violento. “Eu falava muito com ele, tentando tranqüilizá-lo. Ele foi educado comigo e estava consciente”, contou.
Antes de o comparsa fugir com o Corolla, Silva quis ir à padaria com Valéria. “Ele estava aflito e queria fumar. Fomos à padaria. Ele comprou cigarros e pães. O pessoal da vizinhança estranhou aquele homem comigo e aí alguém deve ter chamado a polícia.”
“Graças a Deus não aconteceu nada com ninguém, mas foi um horror. Todos estavam muito aterrorizados”, disse.