“Só vamos nos pronunciar após o resultado dos laudos.” Essa foi a resposta de um dos responsáveis pela direção da casa de shows Hangar 8, no Taboão, onde, na madrugada de domingo, Eduardo de Souza Pinheiro, 30, sofreu uma parada cardíaca enquanto dançava.
Pinheiro morreu após dar entrada no Hospital Geral do Cecap. Segundo sua mulher, Weeylla Silva dos Santos, 20, funcionários da casa de shows teriam insistido em chamar um táxi, e não uma ambulância, para levar Pinheiro ao hospital.
O responsável pela direção do Hangar 8, que pediu para não ter seu nome divulgado, disse ontem à Reportagem do Diário de Guarulhos que a casa vai se pronunciar sobre o atendimento prestado a Pinheiro quando o resultado da necropsia ficar pronto.
Segundo o Hangar 8, em nenhum momento os funcionários teriam se negado a chamar a ambulância. A direção do estabelecimento espera que o resultado do exame do IML esclareça o ocorrido naquela noite.
A mulher de Pinheiro disse que o casal não sabia que ele tinha problema cardíaco.
O caso será investigado pela equipe do 9° DP (Taboão). Até o momento, ainda não houve nenhum depoimento.