Jornal Olho Vivo...
NATAL NO CECAP - O Parque Cecap, através dos organizadores condomínios do Parque, União Sociedade Espírita (USE - GEBEM), Pastoral das Crianças da Paróquia São Roque, vereadora Luiza Cordeiro e Grêmio Recreativo e Esportivo do Parque Cecap, realizou no domingo, dia 15, o Natal Solidário das Famílias Carentes 2002, no Ginásio de Esportes do Grêmio.Na oportunidade, foram sorteados dois vôos de helicóptero, o primeiro para os condomínios e o segundo para as escolas participantes nas doações de alimentos. Nos condomínios, a ganhadora foi Maíra I. F. dos Santos (Paraná) e a escola foi a E.E. Francisco Antunes Filho. Foram distribuídas mais de 700 refeições às famílias carentes de sete comunidades e, em seguida, distribuídas 160 cestas básicas e 160 cestas de brinquedos, além de saquinhos de doces distribuídos pelo Papai e Mamãe Noel.
A chegada do casal Noel foi na viatura do Corpo de Bombeiros, que passou por todas as ruas do Parque Cecap distribuindo doces às crianças do bairro. Participaram do evento as bandas RJAM (de rock ), Jaime Dark e sua Banda, Banda Marcial Conselheiro Crispiniano, além da Super Karol, que animou com o show e brincadeiras e em seguida distribuiu seu CD para as crianças. Este evento teve como apoiadores: Falcões Moto Club, GFAE Fotos Aéreas, Shopping Park Center, Casa de Carnes Santa Rosa, Gabinete da vereadora Luiza Cordeiro, 5º Grupamento de Incêndio do Corpo de Bombeiros (PB Macedo), Master Helicópteros, Bardella Ind. Mec.S/A, Editora FTD, Disk Burguer, Banca de Jornal do Cecap, Editora Globo, Sérgio (carne seca), Família Gregolin, Folha Metropolitana, Jornal Olho Vivo, Escolas, RPA Casa de Carnes, Escolas, Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional Governador André Franco Montoro, professor Veronezi, Supermercado Barateiro do Cecap, Panificadora Cecap e moradores da região.
Nós, da comissão, só temos a agradecer a todos que colaboraram para que este evento se realizasse.
A Comissão Organizadora
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NÃO AGÜENTO MAIS - Moro na av. Domingos Fanganiello e convidei alguns amigos para uma reunião, à noite, em minha casa. Havia tantos pernilongos que perguntaram se eu os criava em casa. Constrangido, não sabia o que dizer. Os pernilongos (todos graúdos) estavam incomodando tanto os meus amigos que fui obrigado a terminar a reunião.O pior ainda é que eles também me incomodavam, só que já não dava mais conta disso.
É uma calamidade pública o que acontece na Ponte Grande. Estamos convivendo com os mosquitos e pernilongos e, o que é ainda pior, nós, seres humanos, temos que nos adaptar à sua existência, fechando as janelas ou aspirando o ar irrespirável quando espalhamos inseticida pela casa, e além disso tenho um gasto de R$ 14 por dia com inseticida.
O que seria mais fácil ou conveniente? Não convidarmos os amigos às nossas casas, fecharmos nossas janelas e respirar veneno ou acabar de vez com essa praga, que ainda pode transmitir doenças?
Não tenho lixo no quintal. Os vasos de planta estão sempre secos. A casa é totalmente coberta, tenho telas em todas as janelas, mas mesmo assim sinto que tenho um “viveiro” de pernilongos dentro de casa.
O que o prefeito está esperando para acabar com essa praga que nos afronta? Está esperando que os guarulhenses da Ponte Grande (os que mais pagam impostos no município) entrem nas estatísticas do Ministério da Saúde?
Wilson Roberto Penteado de Freitas